sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

uma. tantas.

sua companhia devia me bastar.
e me basta
coisa mais bastarda de se dizer.

sorvetes a luz da tarde de verão
um filme aqui, risadas ali
somos amigos há quanto tempo já?

parece uma eternidade, meu caro
parece uma eternidade
e se é uma
porque parece tantas?

domingo, 16 de janeiro de 2011

Tem hora que..

de ler certas coisas e interpretar errado, dá vontade de chutar o balde.
de gritar, de sumir, de se fazer sumir, de fazer sofrer, de ofender, de matar, de morrer.
e a gente sempre morre ou parte de nós...

ao mesmo tempo em que é péssimo, conforme o tempo vai passando
esses momentos passam a fazer mais bem do que mal

essa agressividade negativa e impulsiva sempre era primeira
agora é terceira ou quinta..

Requinta meus atos de tal forma que me assusto.
Em tal forma,
me desconheço.

tem hora que...

de perceber que se enganou devido a achismos sobre si mesmo..
desespera.

tem coisas que pensamos já ter resolvido
e quando relembramos, nos deparamos via outro que não nós mesmos..

assusta. exatamente pelo fato de acharmos algo dentro da gente..
algo que estava bem escondido ou disfarçado..

mas como todos sabemos.. podemos enganar o mundo..
mas a nós mesmos.. é bem difícil..

tem hora que..
tocar na cicatriz parece doer mais do que quando ela era ferida..

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

para não esquecer:

vele meu sono
com o seu som..

anotado.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

será?

o que o coração não vê
os olhos não sentem?