sábado, 23 de janeiro de 2010

Porque nem tudo precisa ser novo pra ser bom.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

dificuldade

e me olhar no espelho e dizer "e quem foi que disse que seria fácil" as vezes ajuda, mas não neste exato momento.

as coisas tem consequências. tudo.

uma hora você fala, noutra você escuta.

numa você bate, noutra você apanha

e nessa brincadeira que de fato não tem graça alguma, a gente aprende.

crescemos.
obrigados a não ter mais o tempo que quisermos pra errar e retomar do zero.

os segundos correm.

algumas palavras tem de ser ditas. as formas, a entonação, a quantidade, eis a diferença.

eis a grande diferença..


[medo da lei da física, da segunda parte, mais especificamente: reação]

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

by flá

vazios que se encontram,




vira o quê?











[é uma boa pergunta, não é? vou tentar desenhar....]

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vãos

Ele sofre de insônia e tenta entender as mulheres.

O tempo escorre pelos vãos dos dedos dele,

enquanto ele se embebeda durante a noite, em outra cidade, onde a insônia não lhe incomoda o sono.

A beleza está em não revelar o que realmente se procura.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Ela tinha muitos amigos.






Ela continua com muitos amigos.

só mudou de lugar. ^~

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

uma flor e uma carta

relendo umas cartas antiguinhas...
achei uma que me surpreendeu.

alguém que apesar das mágoas não deixa de ser importante.
distante. do outro lado do mundo mais especificamente.
parente outrora muito amiga.

saudade.

junto ao escrito uma flor de plástico vermelha

era o que havia escrito no papel..:
"Um dia eu vi uma flor e lembrei de ti!
Com seu doce e meigo sorriso que agora ao me lembrar me faz chorar!
Não que eu chore de tristeza, e sim de alegria por saber que eu tenho uma grande amiga".

isso teria durado não fosse a crueldade nos olhos e coração da impulsividade das pessoas.

as vezes sinto saudade.

outrora muito amiga.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

numa noite

ele podia escrever sobre tantas coisas, mas escolheu calar entre reticentes exclamações, um monte de cotianidades.. suas e não mais minhas, muito menos nossas..
e assim foi-se horas.. a fio.
a fiar...
desfiar..
des.
de.
e.
.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

a.marga.rida

a.marga
a.marra.
a.ta.
ata
ta.

Margarida, personagem de uma peça teatral chamada "Minha irrealidade é mais pesada"

domingo, 3 de janeiro de 2010

"certas"

com o passar do tempo
acabamos por perceber que por mais que consigamos participar da conversa
algumas conversas o melhor a fazer é ouvir e se calar.
simplesmente porque se está fora do seu lugar [não que tivéssemos um objetivamente]
por causa da idade, do estilo de música que ouve, ou roupa que veste, filmes que assiste, livros que não lê, etc.
mas quando se abre a boca, pode-se correr o risco
o risco de descobrir que somos parte daquilo.

as vezes não.
ou as vezes só não queremos demonstrar.
são escolhas 'all the time'

é isso.

sintomas

os lábios sinto inchar
esquentar.
meus olhos atacar até meu reflexo no espelho
saudade de algo que nem sequer existe no momento.
e não. não é ninguém.
é ausência.
é silêncio e esse silêncio a trasnbordar meus poros todos.

sábado, 2 de janeiro de 2010

"você é muito bom no que faz.
escrever."


era o que ia dizer.

tá dito.